quarta-feira, 18 de janeiro de 2012

Ana, modelo de mulher que ora





“Então Ana se levantou, depois que comeram e beberam em Siló: e Eli, sacerdote, estava assentado numa cadeira, junto a um pilar do templo do Senhor. Ela, pois, com amargura de alma, orou ao Senhor, e chorou abundantemente. E votou um voto, dizendo: Senhor dos Exércitos! Se, benignamente, atenderes para a aflição da tua serva, e de mim te lembrares, e da tua serva te não esqueceres, mas à tua serva deres um filho varão, ao Senhor o darei, por todos os dias da sua vida, e sobre a sua cabeça não passará navalha. Então respondeu Eli, e disse: Vai em paz; e o Deus de Israel te conceda a tua petição que lhe pediste. E disse ela: Ache a tua serva graça em teus olhos. Assim a mulher se foi em seu caminho, e comeu, e o seu semblante já não era triste” (1Sm 1.9-11,17,18).




O texto bíblico remete um exemplo de uma mulher que em tempo de aflição orou ao Senhor e obteve de Deus um grande milagre em sua vida. A história é de uma família israelita que servia ao Deus de Israel e de ano em ano subia a Siló para adorar e sacrificar ao Senhor dos Exércitos. Ana, em uma de suas peregrinações, pediu a Deus para que lhe desse um filho e sua oração foi respondida. Nasceu Samuel, um milagre de Deus, que ao ser desmamado, foi levado a Siló e consagrado ao Senhor como nazireu (1Sm 1.23; 2.1).
O contexto sócio-político da época era sistema tribal, quando Israel ainda não era uma nação organizada. O povo vivia a época dos juízes que ao receberem orientação divina julgavam, orientavam e lutavam pelo povo de Israel. Era um tempo de grande e crescente degeneração (Jz 21.19-21; 1Sm 2.12-17, 22). Os filisteus, que nos últimos anos tinham aumentado em poder e número, eram praticamente donos do país, mantendo o povo em sujeição (1Sm 10.5; 1Sm 13.3). Com o nascimento de Samuel, o Senhor passou a revelar-se de diferentes maneiras. Samuel tornou-se o último dos juízes em Israel, sua fama e influência atingiram todo o Israel, pois ele fora divinamente chamado para ser profeta e sacerdote. Começou, então, um novo período na história do reino de Deus.

1. QUEM ERA ELCANA: Descendente da tribo de Levi (1Cr 6.33-38), seu nome significa “criado por Deus”. Morava em Ramataim de Zofim, chamada de Ramá, montanha de Efraim, região localizada a 10km ao norte de Jerusalém. Um levita da casa de Hemã, que embora pareça não ter exercido qualquer das habituais tarefas dos levitas, era um homem notável, obediente a lei, próspero e um esposo exemplar. Era "um efratita" (1Sm 1.1,4,8). Foi o pai de Samuel, o profeta (1Cr 6.27,34). Tinha uma união conjugal de poligamia, pois era casado com duas mulheres, Ana e Penina. A poligamia ou bigamia é a união conjugal de uma pessoa com várias outras, um costume comum em algumas famílias de Israel que não tinha amparo na lei de Moisés e nem aprovação no Deus de Israel. Tal prática, presente em outras culturas da época, acontecia quanto o chefe de família tinha condições, sobretudo, financeira de ter mais de uma mulher.
2. QUEM ERA ANA: Ana significa “graça”. Era a primeira mulher de Elcana, uma mulher sofrida, pois o Senhor lhe tinha cerrado a madre (1Sm 1.5). E, mesmo sendo estéril impossibilitada de dar filhos a Elcana, este a amava intensamente (1Sm 1.8). Ana sofria grande perseguição de Penina, que sua amargura lhe tirava a vontade de comer e lhe fazia chorar amargamente. Apesar de toda a sua aflição estava de continuo na casa do Senhor (1Sm 3,5,7). Era uma mulher piedosa (1Sm 1.15,16,20). Foi ela quem deu o nome ao seu filho. Era atribulada de espírito, viva triste, mas não era invejosa e nunca intentou o mal contra sua rival (1Sm 1.15,18).
3. QUEM ERA PENINA: Era a segunda mulher de Elcana. Era uma mulher rixosa, injusta e contendera, pois humilhava Ana por ser uma mulher estéril (1Sm 1.6,7). Elcana casou-se com Penina para que lhe desse herdeiro e dispensava um amor diferente do de Ana. Ou seja, Penina deu filhos a Elcana, mas não recebia o mesmo amor que Elcana dispensava a Ana.

4. TRÊS ATITUDES DE ANA PARA MUDAR DE VIDA:
4.1 ANA LEVANTOU-SE DO SEU ESTADO DE AMARGURA (1Sm 1.9): Certa ocasião em Siló estava Ana chorando por causa das injurias sofrida por sua rival Penina. Ao perceber Elcana que Ana lamentava-se perguntou: Ana, por que choras? e por que não comes? e por que está mal o teu coração? não te sou eu melhor do que dez filhos? (1Sm 1.8). A Bíblia diz que Ana tomou atitudes que deram um novo sentido a sua vida amargurada. Ana, portanto, se levantou “Ana se levantou, depois que comeram e beberam em Siló” (1Sm 1.9). Parou de chorar amargamente e de passar fome e viver sem perspectiva (baixa-estima/1Sm 1.7);
4.2 OROU AO SENHOR (1Sm 1.10,12): Ana podia contar sua aflição ao seu esposo. Poderia queixar-se ao sacerdote Eli, mas não fez. Preferiu orar ao Senhor apresentando o seu sofrimento;
4.3 FEZ UM VOTO (1Sm 1.11): Diz a Bíblia que Ana votou um voto: “Senhor dos Exércitos! Se, benignamente, atenderes para a aflição da tua serva, e de mim te lembrares, e da tua serva te não esqueceres, mas à tua serva deres um filho varão, ao Senhor o darei, por todos os dias da sua vida, e sobre a sua cabeça não passará navalha”. Quando a aflição chegar a tua porta clame por Deus. Faça um acordo com Ele. Disponha-se para Deus e Ele te ouvirá;

                                        5. MODELO DA ORAÇÃO DE ANA:


     5.1 OROU CONTANTO AO SENHOR AS SUAS QUEIXAS (1Sm 1. 10,11): Ana não murmurou. Não contendeu. Não contou a terceiros, apenas falou com Deus. Jó é um grande exemplo quando o homem apresenta a Deus suas queixas (Jó 7.11; 10.1);

5.2 CONFIOU QUE A VINGANÇA PERTENCE A DEUS (1Sm 2.1,5,8): Entregar aqueles que nos persegue nas mãos de Deus é a melhor atitude diante da adversidade. Ana confiou em Deus sabendo que o Senhor lhe daria vitória sobre Penina;
5.3 FEZ UM PEDIDO DENTRO DA VONTADE DE DEUS (1Sm 1. 11): Foi o Senhor que a fez estéril (1Sm 1.5). Logo, seria um trabalhar de Deus para a manifestação da glória do Deus de Israel. Ana, então, pediu segundo a benignidade de Deus. Ela só poderia ter um filho se Deus quisesse;
5.4 EM SUA ORAÇÃO NÃO HAVIA INVEJA, CIÚME OU DESEJO ORGULHOSO (1Sm 1. 10,11,15,16): O desejo de Ana estava no seu Deus. O desejo do coração de Ana era sua necessidade, mas estava diante de Deus sem prepotente ou desprezo com relação ao outro. Uma atitude diferente de Raquel, a mulher de Jacó (Gn 30.1,2);
5.5 FEZ UM PEDIDO NÃO PARA A SUA GLÓRIA, MAS PARA A GLÓRIA DE DEUS (1Sm 1.11): O filho que Ana pediu ao Senhor não era para ela, mas para a obra de Deus iria manifestada em Israel. Um filho não para a alegria de do pai Elcana, mas do Pai Celeste.
5.6 OROU COM HUMILDADE (1Sm 1.11): Quando há humilhação Deus se manifesta soberanamente. Quando Ana fala com Deus ela se apresenta como serva. No versículo 11 a expressão serva, se referindo a Ana, aparece três vezes. Poderia se apresentar com algum título que lhe era oportuno, mas não fez;
5.7 PERSEVEROU EM ORAÇÃO (1Sm 1.12): Muitos não sabem esperar em Deus. Quando o milagre não acontece logo, infelizmente, muitos param de confiar em Deus, buscam suas próprias opiniões ou soluções e deixam de esperar no Senhor. O melhor milagre na vida do crente é aquele que vem de Deus. Não faça atalhos para aquilo que Deus quer fazer em tua vida. Não faça como Sara que confiou numa serva egípcia lhe dar um filho. Faça como Ana espere no Senhor;
5.8 OROU COM O CORAÇÃO (1Sm 1.13): A oração de Ana foi com sentimento profundo a ponto de ser interpretada como uma mulher embriagada. A oração de Paulo aos irmãos efésios é um exemplo de oração com o coração (Ef 3.14-21);
5.9 UMA ORAÇÃO DE CONFIANÇA E DESCANSO NO SENHOR (1Sm 1.17-19): Quando Ana recebe a palavra do sacerdote Eli ela confia no Senhor e toma uma atitude: “Assim a mulher se foi seu caminho, e comeu, e o seu semblante já não era triste” (v.18). Ana muda seu estado de deserto. Ela levanta-se, alimenta-se e seu semblante já não é mais de tristeza, mas de uma mulher vitoriosa.
5.10 OBTEVE RESPOSTA NO TEMPO DE DEUS (1Sm 1.26-28):  Ana sai do templo confiante em sua oração atendida. Voltou para a sua casa e ai engravidou-se de seu esposo Elcana e só depois do período normal de gestação comum as mulheres foi que lhe nasceu Samuel (1Sm 1.19,20). Espere no tempo de Deus em sua vida. O que Ele faz é perfeito, portanto, deixe que ele faça o milagre no seu tempo.
                 6. ÚLTIMOS ATOS DE ANA
 
     6.1  CUIDOU DO MENINO ATÉ AO DIA QUE FOR DESMAMADO (1Sm 1.22-23): “Porém Ana não subiu; mas disse ao seu marido: Quando o menino for desmamado, então o levarei, para que apareça perante o Senhor, e lá fique para sempre. E Elcana, seu marido, lhe disse: Faze o que bem te parecer em teus olhos; fica até que o desmames; tão somente confirme o Senhor a sua palavra: assim ficou a mulher, e deu leite a seu filho, até que o desmamou”.
     6.2  OFERECEU SACRIFÍCIO AO SENHOR (1Sm 1.24-25): “E, havendo-o desmamado, o levou consigo, com três bezerros, e um efa de farinha, e um odre de vinho, e o trouxe à casa do Senhor, a Silo, e era o menino ainda muito criança. E degolaram um bezerro: e assim trouxeram o menino a Eli.”
      6.3  CUMPRIU COM SUA PALAVRA (1Sm 1.26-28): Pagou o voto. Era do Senhor, por isso o entregou. O deu incondicionalmente como dedicação ao Senhor;
      6.4 ADOROU AO SENHOR (1Sm 2.1-10): Um dos últimos atos de Ana diante deste grande milagre foi adorar a Deus. Aqui neste texto está um belo hino de louvor e ação de Graças pelo feito do Senhor Deus em favor dos seus filhos.
      6.5  ANA AINDA TEVE OUTROS FILHOS (1Sm 2.20-21): “E Eli abençoou a Elcana e a sua mulher, e disse: O Senhor te dê semente desta mulher, pela petição que fez ao Senhor. E voltaram para o seu lugar. Visitou, pois, o Senhor a Ana, e concebeu, e teve três filhos e duas filhas: e o mancebo Samuel crescia diante do Senhor”. O total de filhos que Ana deu a Elcana foram seis filhos, sendo que Samuel significou o filho dedicado para uma obra especial de Deus em Israel.

domingo, 25 de dezembro de 2011

NATAL DO BEM


“O que tendo eu visto, o considerei; e, vendo-o, recebi instrução” – Pr 24.32



Quando olhamos para uma criança, não conseguimos medir o grau ou a profundidade do seu interior, principalmente, quando repreendida. Uma chamada ríspida como palmada ou castigo, os pedagogos não definem claramente estes expedientes existentes a disciplina do aprendiz, ela continua se doando, amando-nos e rindo. Esse fato é sem explicação, sobretudo, quando não se analisa na perspectiva da bondade. A criança, mesmo corrigida pelos pais, logo se desliga deste fato e passa a sorrir e a estar junto de seus progenitores.

Muitas delas aprendem ainda em terna infância, como se identificar uma ação do bem ou do mal. Meu filho, por exemplo, quando repreendido por mim, logo pergunta: Pai tu é do bem ou do mal? E, às vezes, até sobre outros membros da família ele inquire: Pai, vovó é do bem ou do mal? Isto é, por causa do tipo de repreensão que lhe causou dor, ele argumenta que tal atitude só pode ser do mal.
As crianças nos ensinam que o mal não é próprio dos homens, mesmo sabendo que em nossa vida encontraremos pessoas que praticam o mal, mas a Bíblia adverte: “Aquele que cuida em fazer o mal, mestre de maus intentos o chamarão” – Pv 24.8. Crianças são pessoas do céu, apesar de conviverem com muitos adultos que são profissionais da maldade e pleiteiam morar no céu. Que decepção!

As crianças possuem algo que muitos adultos perderam por conta do cotidiano não vivido eticamente e das labutas da vida hodierna realizada imoralmente. É o espírito da inocência, aqui no sentido legítimo, isto é, sem maldade e sem preconceitos.

A inocência é roubada quando o espírito egoísta assume o controle da vida. A bondade se esvai e o mal governa, absolutamente, o ego humano. O querer o bem, estar junto, o praticar o bem a todos indistintamente, o perdoar e o esquecimento de magos já não mais existem. A ingenuidade iniciante e comum a vida é destruída pelo medo, pela insegurança e pela desobediência da ordem teologicamente correta. Pela covardia dos homens, os desafetos são imensuráveis causando traumas, perda da identidade social digna, falta de fé e esperança. Mas a Bíblia adverte: “Se o que te aborrece tiver fome, dá-lhe pão para comer; e, se tiver sede, dá-lhe água para beber, porque, assim brasas lhe amontoarás sobre a cabeça; e o Senhor to pagará” – Pv 25.21-22.

Entender, portanto, o natal do bem se faz necessário olharmos para a criança que existe dentro de cada um de nós. É resgatar a missão do bem que cada indivíduo deve exercer. É desempenhar com excelência a humanidade, a solidariedade, o compromisso do amor incondicional e educar-se desenvolvendo novos aprendizados a cada exercício do bem.
Nesta vida, ainda que muitas coisas passem até desapercebidamente, a pratica do bem, deve ser mantida. Façamos das festas natalinas e dos últimos acontecimentos deste fim de ano o desabrochar de um novo tempo. Tempo do bem!
Faça o bem sem olhar seletivo, pois quem faz o bem demonstra ser do bem.

Pense um pouco menos em você, e invista na coletividade, veja-se no outro, isso é empatia.
Andar pelo mesmo caminho que o outro anda é adquirir conhecimento do outro a fim de melhor desenvolver a crítica. Haverá melhor condições de tratar o outro como gostaria de ser tratado.

Utilize as palavras que gostaria que os outros dissessem a você. Fale aquilo que edifica. Diz provérbios 25.11: “Como maças de ouro em salvas de prata, assim é a palavra dita a seu tempo.”
Comece a fazer o bem e ser do bem pelos pequeninos desta terra. Todos os dias nascem crianças que precisam de pessoas que tenham a bondade como expediente da vida.
A criança é pura no falar, no olhar, no agir e no pensar, você pode aprender enquanto a ensina. Os seus gestos têm origem no céu, o mais excelente lugar do bem. É todos nós podemos viver eternamente lá.

Pense no natal do bem, pense bem e faça deste novo ano o ano do bem, a começa praticando o bem a si e aos seus confrades deste mundo dito pós-modermo, mas desumano, egoísta e teologicamente incompleto.

sábado, 24 de dezembro de 2011

Um NATAL Abençoado e UM ANO NOVO de VITÓRIAS



Que o natal e o ano novo sejam um marco de um novo tempo na vida daqueles que mantem a confiança no SENHOR JESUS. Não desista, mesmo que muitos sonhos, feitos e milagres, tão esperados, não aconteceram neste últimos dias.
Mantenha calma, sigam em frente e jamais desista dos seus ideais.
Deus controla tudo e todos e tem um designo para cada um de nós.
Pense como o salmista e mantenha a fé: "Lembra-te da promessa que fizeste ao teu servo, na qual me tens feito esperar" Sl 119.49.
Deus é fiel e jamais despreza os seus filhos.
Um grande abraço no nome do SENHOR JESUS!

terça-feira, 20 de setembro de 2011

Congresso da Família Cristã - Manacapuru - AM


Nos dia 26, 27 e 28 de agosto aconteceu na Igreja Evangélica Assembleia de Deus em Manacapuru- AM, pastor presidente José Leandro da Silva, o I Congresso da Família Cristã. O Congresso teve como tema: Família Instituição Divina - Gn 2.24. Três dias de muita graça de Deus, louvor e ministração da Palavra. No louvor houve a participação da cantora Cleide Silva - Bragança-PA e na ministração da palavra Pr Marcos Eliezer Souza - Belém - PA. O evento contou com a presença da família assembleiana do município e muitas igrejas do estado do Amazonas. Pr Marcos pregou a palavra e convocou a família cristã para viver um novo tempo no amor, na integridade cristã e no relacionamento saudável orientado pela Palavra de Deus. Veja algumas fotos: 






















quarta-feira, 11 de maio de 2011

Centenário da Assembleia de Deus no Brasil e o Tempo de Missão


Os cem anos de fundação da Igreja Evangélica Assembleia de Deus no Brasil se completam. Dia 18 de junho é o marco da semente missionária plantada por Daniel Berg e Gunnar Vingre em Belém do Pará e espelhada por todos os rincões deste abençoado Brasil. São 100 anos de missão, evangelização, vitória, crescimento espiritual e social, doutrinamento, adversidade e divisões eclesiásticas.

Uma reflexão se faz necessário: Qual o papel da igreja em meio a tantos dissabores dos últimos dias que antecedem as comemorações do centenário da denominação?

Biblicamente esta problemática pode ser entendida sem poder, é claro e infelizmente, esquivar-se da balbúrdia político-pastoral que apresenta-se em meio aos desejos e aos ideais contradizentes das comemorações dos 100 anos. Entendo que tais desatinos, além do comprimento profético são da tutela e inteira responsabilidade de seus líderes eclesiásticos ou diríamos atuais gerentes?!

Então, convém falar na missão de cada crente, do tempo investido no reino, do tempo de fazer missão, de fazer evangelização, do tempo de executar e do tempo de ser missionário.

A Igreja Evangélica Assembléia de Deus chega aos cem anos fazendo missões, justamente aquilo que impulsionou a vida ministerial de dois modestos e abençoados servos de Deus que saíram da nação Sueca em busca de terras brasileiras para fazerem missões.


Então cabe a cada crente, inclusive aos líderes e/ou gerentes viver o tempo de fazer missão exercendo o seu papel com propósito e dedicação bíblica. É preciso a união de todos, objetivando com humildade as almas que estão morrendo nas mãos do adversário do povo de Deus.

É necessário resgatarmos em nós o amor pelas almas, despertar nosso potencial, sonhos e desejos para o engrandecimento do Reino de Deus.  É tempo de ser missionário. Tempo de misericórdia, tempo de orarmos pela família, abençoarmos esta cidade e pregarmos o evangelho para nossos vizinhos e amigos. Tempo de despertar nossa capacidade de ganhar almas para Cristo. Essa é nossa missão, nossa meta.

Fazer missão! É esse o papel de cada crente. O ministério dos verdadeiros filhos de Deus no resgate de crianças, jovens e adultos que satanás tomou para si.

Que nestes dias de comemorações da qual a igreja realiza, façamos a obra de Deus como verdadeiros servos, a semelhança do profeta Miquéias que diz:


"Ele te declarou, ó homem, o que é bom; e que é o que o SENHOR pede de ti, senão que pratiques a justiça, e ames a e andes humildemente com o teu Deus? A voz do SENHOR clama à cidade e o que é sábio verá o teu nome. Ouvi a vara, e quem a ordenou(Miquéias 6.8,9).


Portanto, tenhamos o claro compromisso com a justiça, num intenso amor de misericórdia e andando humildemente com Deus.

Que Deus abençoe as festividades do centenário da Assembleia de Deus em Belém, no Pará e no Brasil e que muitas vidas tenham um encontro com Deus.

Eu, o navio e o farol


A mensagem remete uma reflexão sobre um diálogo verídico que aconteceu em outubro de 1995 entre um navio da Marinha Norte Americana e as autoridades costeiras do Canadá, próximo ao litoral de Newfoundland.


Os americanos começaram: Favor alterar seu curso 15 graus para norte para evitar colisão com nossa embarcação.
Os canadenses responderam em prontidão: Recomendo mudar o seu curso 15 graus para sul.
O americano ficou irritado: Aqui é o capitão de um navio da Marinha Americana. Repito, mude o seu curso.
Mas, o canadense insistiu: Não. Mude o seu curso atual.
A situação começou a ficar complicada e o capitão americano esbravejou ao microfone: Este é o porta-aviões USS Lincoln, o segundo maior navio da frota americana no Atlântico. Estamos acompanhados de três destroyers, três fragatas e numerosos navios de suporte. Eu exijo que vocês mudem seu curso 15 graus para norte, ou então tomaremos contramedidas para garantir a segurança do navio.
E o canadense respondeu: Senhor, aqui é um farol!

Partindo desta realidade entendemos que muitas vezes a ausência de humildade desenvolver homens míopes. Apressamo-nos em tirar conclusões e criticar a maneira dos outros ou exigimos mudanças de comportamento das pessoas quando, na verdade, nós é que deveríamos mudar o nosso rumo.
Sendo assim, reflita sua maneira de interagir com o seu semelhante, considere-se sempre menor, pois achar-se superior não melhora em nada a vida sócio-cristã.
Pense bem, pois nunca aprenderemos nada se não agirmos com humilde.

quarta-feira, 4 de maio de 2011

Uma mensagem para a família, amigos e irmãos

O conteúdo desta mensagem foi enviado por e-mail e repassado a muitas pessoas.
Com a intenção de atingir os que ainda não leram posto aqui.
Entendo que nada substitui a palavra de Deus, mas este texto diz muito coisa a respeito daqueles que dizem amar a Deus.


 Sabendo que cada um, seja escravo, seja livre, receberá do Senhor todo bem que fizer.
Efésios 6.9


Como qualquer mãe,

quando Karen soube que um bebê estava a caminho,

fez todo o possível para ajudar o seu outro filho, Michael,

com três anos de idade, a se preparar para a chegada.

Os exames mostraram que era uma menina,

e todos os dias Michael cantava perto da barriga de sua mãe.

Ele já amava a sua irmãzinha antes mesmo dela nascer.

A gravidez se desenvolveu normalmente.

No tempo certo, vieram as contrações.

Primeiro, a cada cinco minutos;

depois a cada três; então, a cada minuto uma contração.

Entretanto, surgiram algumas complicações

e o trabalho de parto de Karen demorou horas.

Todos discutiam a necessidade provável de uma cesariana.

Até que, enfim, depois de muito tempo,

a irmãzinha de Michael nasceu.

Só que ela estava muito mal. Com a sirene no último volume,

a ambulância levou a recém-nascida para a UTI neonatal

do Hospital Saint Mary.

Os dias passaram. A menininha piorava.

O médico disse aos pais:

"Preparem-se para o pior. Há poucas esperanças".

Karen e seu marido começaram, então,

os preparativos para o funeral.

Alguns dias atrás estavam arrumando o quarto

para esperar pelo novo bebê.

Hoje, os planos eram outros.

Enquanto isso, Michael todos os dias pedia aos pais

que o levassem para conhecer a sua irmãzinha.

"Eu quero cantar pra ela", ele dizia.

A segunda semana de UTI entrou e esperava-se que o bebê

não sobrevivesse até o final dela.

Michael continuava insistindo com seus pais

para que o deixassem cantar para sua irmã,

mas crianças não eram permitidas na UTI.

Entretanto, Karen decidiu.

Ela levaria Michael ao hospital de qualquer jeito.

Ele ainda não tinha visto a irmã e,

se não fosse hoje, talvez não a visse viva.

Ela vestiu Michael com uma roupa um pouco maior,

para disfarçar a idade, e rumou para o hospital.

A enfermeira não permitiu que ele entrasse

e exigiu que ela o retirasse dali.

Mas Karen insistiu:

"Ele não irá embora até que veja a sua irmãzinha!"

Ela levou Michael até a incubadora.

Ele olhou para aquela trouxinha de gente

que perdia a batalha pela vida.

Depois de alguns segundos olhando, ele começou a cantar,

com sua voz pequenininha:

"Você é o meu sol, o meu único sol.

Você me deixa feliz mesmo quando o céu está escuro..."

Nesse momento, o bebê pareceu reagir.

A pulsação começou a baixar e se estabilizou.

Karen encorajou Michael a continuar cantando.

"Você não sabe, querida, quanto eu te amo.

Por favor, não leve o meu sol embora...

" Enquanto Michael cantava, a respiração difícil do bebê

foi se tornando suave.

"Continue, querido!", pediu Karen, emocionada.

"Outra noite, querida,

eu sonhei que você estava em meus braços..."

O bebê começou a relaxar. "Cante mais um pouco, Michael."

A enfermeira começou a chorar.

"Você é o meu sol, o meu único sol.

Você me deixa feliz mesmo quando o céu está escuro...

Por favor, não leve o meu sol embora..."

No dia seguinte, a irmã de Michael já tinha se recuperado

e em poucos dias foi para casa.

O Woman's Day Magazine chamou essa história de

"O milagre da canção de um irmão".

Os médicos chamaram simplesmente de milagre.

Karen chamou de milagre do amor de Deus.

NUNCA ABANDONE AQUELE QUE VOCÊ AMA.

O AMOR É INCRIVELMENTE PODEROSO.

O amor está em suas mãos...


E não nos cansemos de fazer o bem, porque a seu tempo ceifaremos, se não houvermos desfalecido. Então, enquanto temos oportunidade, façamos bem a todos, mas principamente aos domésticos da fé.
Gálatas 6.9,10